segunda-feira, 29 de setembro de 2008

sábado, 20 de setembro de 2008

Vaga preferencial

Ontem eu vi uma placa que dizia: Estacionamento preferencial para gestantes, deficientes e idosos. Até aí, tudo bem, é normal isso e não tenho nada contra. Mas uma coisa me deixou intrigado. No caso do deficiente, o cara vai lá, cola o adesivo no vidro e pronto. Mas e o idoso e a gestante, como que faz pra identificar, já que não tem nenhum adesivo?
Sem a identificação, como que os guardas fazem para saber se a pessoa não está usando a vaga preferencial irregularmente? Se for pela aparência, não dá certo. No caso do idoso, nem todo mundo aparenta a idade que realmente tem. E a gestante é mais complicado ainda, porque ela pode estar no início da gestação e ainda não ter barriga. Ou ainda, a mulher pode simplesmente ser barriguda e não estar grávida.E aí , como que o guarda faz? Se ele desconfiar do idoso, é só ir até lá e pedir a identidade e tudo fica resolvido. Mas e a grávida? Será que chegam nela e falam:" com licença, senhora, mas essa vaga é para gestantes. Por gentileza, faça xixi nesse teste de gravidez ou serei obrigado a multá-la"? Ou a mulher tem que andar com o resultado do ultrassom na bolsa, e entregar quando for requisitado? 
E depois que a pessoa estacionou, sem o adesivo fica mais difícil ainda para saber. A solução então seria o idoso deixar uma cópia da certidão de nascimento em cima do painel, e a gestante pregar o teste de gravidez no pára-brisa. Seria bem simples e facilitaria a vida de todo mundo.


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Semana triste para o rock

Eu sei que estou um pouco atrasado para falar sobre isso, mas é que me faltou tempo e inspiração pra escrever antes. No começo da semana o mundo se despediu de Richard Wright, tecladista e fundador do Pink Floyd. Tenho que admitir, não sou muito fã de Pink Floyd, mas reconheço e respeito a importância deles na história do rock, com albuns como The dark side of the moon (1973) e o clássico the Wall (1979). 

Além disso, hoje eu fiquei sabendo que o Foo Fighters vai dar uma "pausa longa". Isso me deixa intrigado. Por que sempre bandas boas , quando não morre alguém e a banda acaba, eles resolvem acabar assim sem motivo? E por que as bandas ruins (entenda-se emos, pagodes, funks e derivados) aparecem aos montes, dificilmente acabam, e , quando acabam, depois de um tempo , eles voltam?




Zumbemo - o zumbi emo

"buaaaa...é tão triste ser zumbi....buaaaaaaa"





segunda-feira, 15 de setembro de 2008

1 minuto de burrices


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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Sobrevivemos ao LHC

Ontem eu fui dormir preocupado. Um bando de cientistas desocupados estão querendo recriar o Big Bang em um laboratório na fronteira da França com a Suíça. Nada contra, por mim eles podem recriar o que eles quiserem... Só tem um pequeno detalhe nessa história: durante essa experiência, há uma chance (mínima, é verdade) de acontecer algo errado e criar um buraco negro. Isso mesmo, um buraco negro. Aqui, na Terra. Imagina só, um buraco negro no meio da França, sugando o planeta inteiro. Já que é assim, por que eles não fizeram essa experiência na Argentina? Eu até morreria feliz, sabendo que a Argentina já não existe mais.
Só que o problema do buraco negro não é o pior. Já imaginou  se abrem um portal pra uma outra dimensão, e somos invadidos por seres nojentos com sede de destruição e desejando dominar o mundo? Ou ainda, eles acabam criando uma Terra paralela? Um universo alternativo onde o Corinthians é heptacampeão da Libertadores, e o Led Zeppelin é uma banda emo? 
Mas o importante é que a experiência foi feita, e eles não conseguiram recriar o Big Bang. O que me deixa aliviado, por saber que vou viver mais um tempo, mas também me deixa preocupado, porque eu sei que eles vão tentar de novo, e de novo, e de novo, até dar certo. Ou errado, sei lá. 
Por isso que o ser humano é interessante. Como se já não  bastasse o aquecimento global, terrorismo, armas de destruição em massa e bandas de funk pra acabar com nossa tranqulidade, sempre estão inventando novidades pra gente não dormir em paz. 

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Metallica - Death Magnetic

Tenho que admitir: estava com medo desse álbum. Muito medo. Achava que depois da decepção com o St Anger, de 2003, o Metallica não conseguiria dar a volta por cima. Não sou daqueles nostálgicos chatos que veneram os três primeiros trabalhos deles e crucificam os outros. Mas o St Anger é ruim de doer. Porém  o post não é sobre ele, e sim sobre o Death Magnetic. E eu fico muito satisfeito em dizer que estava enganado.  Death Magnetic é a verdadeira evolução do Metallica. 
Não é uma volta às origens, mas as músicas novas não fazem feio frente aos clássicos da banda, e faixas como That Was Just Your Life, The Judas Kiss, My Apocalypse e Suicide & Redemption com certeza têm seu lugar garantido entre as melhores músicas do grupo. Por outro lado, Cyanide, All Nightmare Long e Broken, Beat & Scarred apresentam um ar diferente, sem deixar o peso de lado com aconteceu nos últimos álbuns. Não posso esquecer de falar do primeiro single, The Day That Never Comes, uma balada que lembra Fade to Black, começando devagar e terminando em uma explosão que parece saída diretamente do túnel do tempo.

Riffs empolgantes, bateria poderosa, solos tão bons quanto os do começo da carreira, todas as características que fizeram o sucesso do Metallica está presente. Porém, ao contrário de bandas antigas que querem fazer sucesso lançando "covers" de si mesmos sem inovar (Iron maiden, alguém??), o Metallica provou que é possível sim evoluir sem perder suas características. Tudo bem que para chegar até aqui, passamos por coisas como Load, Re-Load e St Anger, mas como diz a letra de Broken, Beat & Scarred : "You rise/You fall/You 're down/Then you rise again/what don´t kill you makes you more strong"